A balzaca, a pirada e a pastelinha
  

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Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 10h53
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Obrigada por insistir

 

Obrigada por insistir para que eu pintasse, escrevesse. Obrigada por perceber em mim um talento que minha autocrítica jamais permitiria que se desenvolvesse.

...

Obrigada por insistir para que eu fosse visitar meu pai no hospital, eu não me perdoaria se não o tivesse visto e falado com ele uma última vez, eu não teria ido se continuasse sendo regida apenas pela minha teimosia e orgulho.

...

Obrigada por insistir para que eu conhecesse Veneza, do contrário eu ficaria para sempre fugindo de lugares turísticos e me considerando muito "cool", e com isso teria deixado de conhecer a cidade mais surreal e encantadora que meus olhos já viram.

...

Obrigada por insistir para eu voltar pra você, para eu deixar de ser adolescente e aceitar uma vida a dois, uma família, uma serenidade que eu não suspeitava. Eu não sabia que amava tanto você e que havia lhe dado boas pistas sobre isso, como é que você soube antes de mim?

...

Obrigada por insistir para que eu não fosse àquela festa, eu não teria agüentado ver os dois juntos, eu não teria aturado, eu não evitaria outro escândalo, obrigada por ficar segurando minha mão e ter trancado minha porta.

...

Obrigada por insistir para eu cortar o cabelo, obrigada por insistir para eu dançar com você, obrigada por insistir para eu voltar a estudar, obrigada por insistir para eu não tirar o bebê, obrigada por insistir para eu fazer aquele teste, obrigada por insistir para eu me tratar.

Em tempos em que quase ninguém se olha nos olhos, em que a maioria das pessoas pouco se interessa pelo que não lhe diz respeito, só mesmo agradecendo àqueles que percebem nossas descrenças, indecisões, suspeitas, vulnerabilidades, vacilos, tudo o que nos paralisa, e gastam um pouco da sua energia conosco, insistindo.

(Martha Medeiros)



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 11h48
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Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 21h30
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Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 02h08
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...no meu Infinito Particular...



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 00h03
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Uma plaquinha assim:

 

"Coracao em rehab. Em breve retomaremos as atividades normais. Desculpe-nos pelo transtorno, mas estamos trabalhando para melhor atende-lo."



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 00h32
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Cara Regina,

 

 

Olha que eu ja me achava meio lesada, mas nao a ponto de ter uma psicologa como leitora assidua!... Hihihi... Ate porque ando introspectiva ultimamente. Sem tempo de pensar no que sinto -e o meu blog eh essencialmente sobre isso.`Eu sei o que sinto. Mas o que sinto eh ofuscado por aquilo que eu efetivamente quero para a minha vida.  E o que sinto, neste momento, me leva a lugar nenhum.

 

Fato eh que estou preocupada demais em fazer a minha lojinha dar certo = recuperar o investimento e comecar a ganhar dinheiro. Tambem porque ja temos um ponto para a segunda, e eu nao tenho certeza se eu e meu socio continuaremos funcionando a longo prazo.  Ou ainda porque consegui quebrar um dente comendo amendoim e fiquei semi-banguela (passei o dia no dentista, ate dormi na cadeira), ou porque ando com uma zica de carros e, no ultimo mes, tive que chamar o guincho tres vezes, com dois carros dferentes, alem de tres pneus furados. Resultado que ando ligada no piloto-automatico nos ultimos meses.

 

Eu escrevo para dar vazao as varias Cinthias que existem dentro de mim, organizar ideias, falar o que nao tive coragem / vontade / oportunidade, desabafar. Ou viajar, simplesmente. Tambem adoro escrever quando saio da casinha, porque eh o momento onde meu coracao se expressa mais livremente.

 

A tua colocacao esta certa, em parte. Eu adoro me apaixonar, mas tambem morro de medo da vulnerabillidade. E esse medo deve, inconscientemente, ter me conduzido em algumas situacoes. “Algumas", porque relacionamentos tambem terminam por motivos reais e palpaveis, que fazem com que o "encanto" inicial desapareca.  De ambos os lados, certamente, porque tambem tenho meus defeitos. 

 

Essa ultima historia, especificamente, pouco teve a ver com “medo”. Ou com o post que coloquei ontem, sobre a dificuldade de encontrar pessoas que queiram te enxergar de fato. Foi uma tentativa de resolver uma situacao mal-resolvida do passado, e que ressurgiu em um momento particularmente propicio. Um reencontro absolutamente ao acaso, que me fez muito feliz. E acabou pelos mesmos motivos que nos separaram no passado: over-control. Eu tenho pavor de "controle", tampouco tenho a intencao de controlar ninguem (só eu mesma, o que ja me da trabalho suficiente...).

 

Nao acredito em relacionamentos paranoicos, escandalosos, em obrigacao de estar junto o tempo todo. Eu quero o lado gostoso, de estar junto por horas e nao ver o tempo passar. De ficar fazendo carinho por um tempao, de nao se incomodar com o silencio. De fazer/receber uma ligacao no meio do dia, so pra ouvir uma voz carinhosa te dizendo qualquer coisa. De nao ter a necessidade de estar linda o tempo todo, porque o cara ja te mostrou que gosta de voce ate com remela no olho. E de sexo bom, tambem, que eu nao sou boba, e gosto muito. Se me fizer levitar, entao... Ai, ai, ai... 

 

Enfim, nao faltou vontade de estar junto, foi impossibilidade mesmo. Existem pessoas que se gostam, mas enxergam o mundo de maneira muito diferente para sustentar um relacionamento. Acho que foi esse o caso. 

 

Beijo, querida! Espero continuar "doidinha" por muito tempo, assim voce continua minha leitora, ne? Hihihi...



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 02h34
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Mais uma dessas cenas que so devem acontecer nos filmes

 

 

-E entao, voce comeu? Ela eh gostosa mesmo? Faz de tudo? Berra muito ou eh quietinha? Curte umas porradas? Um ‘vem ca, minha putinha’?

 

-Pra ser sincero, eu nem a beijei. So um beijo no rosto, ao nos despedirmos. E, cara, eu nao lembro a ultima vez em que me diverti tanto em uma noite!



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 16h26
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Game over

 

E la nave va...

 

 

(Mas eu vou continuar postando essas musicas lindas, porque o meu "romantismo" de canceriana continua aqui, intacto...)



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 16h22
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Efeito curry

 

 

Carai, essa novela chata ta me deixando com uma saudade de comida indiana!!! E as musicas, entao?!! Tudo bem que eles so estao mostrando o lado “glamour” da coisa; o indiano-padrao tem um baita de um cece (a minha teoria eh que eh o “efeito-curry”). E come com as maos. Nao to falando de sanduba. Mas de arroz. De meter as maos naquelas comidas cheias de molho e leva-las a boca.

 

Isso obviamente nao acontecia no bar-restaurante-balada indiano onde trabalhei, que era todo metido a besta. Mas o indiano-padrao nao eh nada "chique". A mesma estrutura daqui -desconfio ate que um pouco pior: muita gente muito pobre, e alguns poucos muito ricos.  

 

...

 

Essas musicas e dancas me lembram muito o Yatra. Vez ou outra, eles fechavam o local para algum evento ou casamento chiquetoso. Servi ate a Camila Parker Bowles, meu! Fui tia do cafe tambem. E por pouco nao virei lap dancer. A tentacao era grande: minimo de 500 pounds por noite! Resisti. (Vai ver fiquei com medo de gostar... Tambem porque num to com essa bola toda, vamos combinar... Hihihi...)

 

Mas foi tudo sem traumas. Foi engracado ate. Claro, haviam situacoes que viravam um verdadeiro banze! (eu morei com umas 40 pessoas diferentes. E nao tenho nem ideia de quantas conheci. ) Hoje vejo que a maioria dessas situacoes nao passavam de grandes bobagens. A importancia delas, na minha vida, foi me mostrar aquela infinidade de Cinthias que eu nem imaginava que existiam.

 

Eu fui muito, muito feliz naquele lugar. E nao to falando de Tims e inglesinhos nao. Eles foram apenas duas fracoes na imensidao de sensacoes que aquela cidade me inspirou. Eu tambem devo te-la inspirado a me inspirar, e essa eh uma discussao sem fim, a la "Tostines"...

 

Fato eh que nao tenho mais vontade de voltar. Nao pra morar. Mas a ideia de visita-la uma vez por ano ainda me agrada. Porque eh uma cidade linda, porque tenho tres grandes amigos la. Quatro, se eu contar o Tim (nao sei em que categoria ele se encaixa, tambem nao estou preocupada com isso agora). Tambem porque amo comida indiana, wine gums, Walkers salt and vinegar. E o buffet de pizzas do Pizza Hut. E o alho em picles que vende no mercado de Camden Town. E a infinidade de lugares por onde eu adorava passear, que me trazem lembrancas deliciosas.

 

Mas hoje tenho clareza pra dizer que foi apenas um contexto, um cenario.

E o que de mais importante aquela cidade me deu, eu trouxe comigo na bagagem.

 

 



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 16h37
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Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 09h52
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Atitudes

são mais importantes do que fatos.



Escrito por (+) baixinha (-) invocada às 20h14
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