A balzaca, a pirada e a pastelinha
  

“Plante seu jardim

 

 

...E decore a sua alma.

Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.”

 

(William Shakespeare)



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 10h07
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Existe "hora certa"?

 

 

Hoje vou de uma frase inspiradora que li no blog da Gisele Azevedo,

já que minha inspiração ainda não deu as caras. 

 

A tristeza ainda está aqui, afinal ela é parte integrante do pacote quando decidimos nos jogar na vida, né?

 

Mas quer saber? Se esse é o preço a pagar por todos os momentos sublimes e inspiradores que já passei nessa vida... que seja!!!

 

(E que venha logo o próximo muso! Hihihi...)

 

 

“Minha porção metamorfose ambulante me diz que, se você é uma daquelas que fica esperando a hora certa para dizer a um homem tudo o que ele te inspira, merece a oportunidade de repensar isso.

 

Quem sabe possa perceber que o bonde dos grandes encontros não passa duas vezes. E que depois que alguém sentou em seu lugar, não adianta vir reclamar.

 

Afinal de contas, os grandes prêmios só acontecem para aqueles que se arriscam, que se expõem, que têm coragem e ousadia. Para os demais resta esperar um novo campeonato. Ano que vem, mas o troféu será outro.”



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 13h54
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Saber viver

 

 

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então pude relaxar. Hoje isso tem um nome: AUTO-ESTIMA.

 

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é AUTENTICIDADE.

 

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de AMADURECIMENTO.

 

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento, ou a pessoa não está preparada. Hoje sei que o nome disso é RESPEITO.

 

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de “egoísmo”. Hoje sei que se chama AMOR-PRÓPRIO.

 

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é SIMPLICIDADE.

 

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes. Então descobri a HUMILDADE.

 

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje, vivo um dia de cada vez. Isso é PLENITUDE.

 

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. O nome disso? SABER VIVER!

 

 

(Charles Chaplin)



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 16h59
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Aquilo que eu não disse pra você

 

 

(E nem vou dizer, porque eu já disse mais ou menos, e você não precisa saber de todos os detalhes. Porque não consegui entender quem você é de fato, mas pela sua última atitude, entendi que não está mesmo interessado em saber o que penso ou o que sinto. Então é mais prático colocar tudo isso pra fora fazendo um post, do que te mandando um e-mail que você provavelmente não irá responder. E não há mais nada que você possa me dizer sem me deixar triste, então nem pra esperar pela tua resposta eu teria motivos.)

 

Também não consegui entender se foi tudo premeditado, mas não acredito muito nessa teoria - em pleno ano 2008, eu não acho que algum homem ainda se habilite a esse mise-en-scène todo só pra comer alguém. Para a primeira vez ainda vá lá, mas daria muito trabalho continuar fingindo que é "romântico" só pra continuar me comendo, vamos combinar? 

 

Ou se você realmente chegou a sentir alguma coisa por mim, mas me achou um pouco “frágil” demais e percebeu que já tem gente “frágil” demais na tua vida (e olha que eu nem sou assim tão "frágil", mas isso você vai entender lá embaixo...)

 

Ou se não foi nem uma coisa nem outra, você até curtia estar comigo, mas não estava afim de "ter" que fazer as coisas que pra gente é mesmo "o mínimo", mas pra vocês custa um montão. E vocês só fazem quando gostam MESMO.

 

Então eu me dei alguns dias pra ficar triste e rever conceitos, porque é assim que a gente aprende nessa vida, desde que a punhetação tenha hora marcada pra acabar. Porque eu já havia prometido pra mim mesma que nunca mais iria passar mais do que alguns dias pensando nos "por quês", então ela acaba no momento em que eu finalizar esse texto. A tristeza é um pouco mais rebelde, acredito que ainda fique instalada por aqui mais um tempinho, mas nada que me impeça de olhar pra vida e ter a certeza de que tá cheio de coisa legal me esperando, e vamo que vamo!

 

... 

 

O que eu queria dizer e não disse até agora? Que a verdade mesmo é que eu estava caidinha por você, e nutria esperanças de que você também estivesse por mim. Porque, quando você queria, exalava fofice por todos os poros. Porque os seus e-mails eram poesias. Porque quando a gente se via era delicioso e eu sentia que você se entregava. Porque você beijava a minha boca, a minha testa, as minhas bochechas. Porque o teu olhar era carinho puro, porque você ficava horas massageando o meu corpo. Porque ninguém nunca havia me tocado daquela maneira.  

 

...

 

Mas a ficha finalmente caiu e percebi que nao era nada disso, que você deve ser assim com todo mundo, e não porque eu era "especial". Então não tinha mais sentido ir adiante, porque gostar sozinha nao tem graça. Tem até um post no meu blog que diz assim: "Eu não quero ensinar ninguém a gostar de mim. Eu quero que goste e ponto." É por isso que eu não faço esses "joguinhos" que a maioria das mulheres fazem. E que já fiz muito também. Já fui sacana, femme fatale, piriguete, e muitas outras coisas impublicáveis. Já achei todos os homens uns babacas, meras ferramentas pra me dar prazer. Mas aí eu conheci uns caras legais, que gostaram de mim e me trataram como se deve, e hoje só acho vocês meio toscos, mas, no geral, eu gosto.  E a tal "tosquice", muitas vezes, é até engraçada... E quando não é, a gente até pensa em arrancar o pênis de vocês, mas isso passa também. Até porque a gente adora o nosso brinquedinho.

 

Mas nesse esforço de ficar pensando em "como agir", a gente gasta uma energia que podia estar usando em outras áreas, para crescer como pessoa, profissional, amiga, filha, irmã. Não que não dê pra fazer tudo junto, mas é a vida perde muito do sentido quando você não sai da superfície. Eu não quero gastar meu tempo agindo de uma maneira diferente da que eu queria, só porque não faz parte da "tática". Eu quero poder falar: -"Pô, não faz isso que dói, meu!", ao invés de ficar fazendo cara e bocas, bancando a “desencanada”, até te fazer acreditar que "eu não preciso de você", e você se apaixonar por mim. 

 

No trabalho, em reuniões familiares, no meio de "conhecidos", a franqueza não é sempre bem-vinda, isso eu já aprendi faz tempo. Mas não com um cara que dorme comigo. Que está ali ao meu lado no momento da minha vida em que estou mais vulnerável. Com alguém que me conheça "nua" no sentido mais amplo da palavra, quando eu me entrego aos meus sentimentos mais primitivos e viscerais. E, hoje, mais sinceros também.

 

Então se eu fico caidinha por alguém, eu quero logo entender se é isso mesmo que tô sentindo, e se é real e recíproco ou fruto da minha imaginação. Porque se não for eu não quero. E se for, você vai saber. E vai querer que eu saiba também. E, se não quiser que eu saiba, então você é um doido que desisitu do amor, e aí sou eu que que não vou te querer. Eu quero mesmo é aquela parada de ficar idiota, suspirando com o recado da secretaria eletrônica, essas coisas bem pastéis mesmo. E não quero ter vergonha de que você me veja assim. E depois até seria legal se virasse amor, se a gente quisesse ficar junto por um tempão e tal. Mas eu fico feliz também em viver paixões que não virem amor. Mesmo que eu fique triste quando acabe, porque já sei que não morro disso, e porque acredito que amor também pode acabar.

 

Well, eu sei que a minha licença pra ser romântica já devia ter expirado e ficado lá nos meus vinte e poucos, mas vou fazer o quê se eu sou toda ao contrário? Se eu passei esse tempo todo fazendo estripulias que a pessoa que vos fala já não vê mais graça alguma? Se eu não quero mais pintos sem nome. Ou com nome, mas sem sentimento. Ou até com sentimento, mas nada que valha mesmo a pena? A vantagem do romantismo na balzaquice é que ele vem mais condizente com a realidade. Sem essa bobajada toda de achar que o ser humano nasceu pra ser monogâmico, ou que uma história só vale a pena se acabar em casamento, filhos, morar junto e lavar cuecas. Portanto, eu ainda acredito que estou sendo bem razoável.

 

Então, valeu, foi legal, adorei. Se não está a fim de se envolver, tá tudo certo, é direito seu. Mas acho sim que poderia ter sido mais claro, assim eu teria percebido antes. E talvez não tivesse me apaixonado por você. 

 

Anyway... Valeu pelo friozinho na barriga. Fazia tempo que eu não sentia... E eu tava mesmo com saudades... 

Mas.........se teu coração está mesmo assim tão lacrado........

 

Pelamor..........vê se maneira na dose de fofice da próxima vez, tá?



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 01h24
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Grande cara, esse...

 

 

“Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta. A gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia é só mais agradável.

Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.

Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém”.

(John Lennon)



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 14h26
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O possível

 

 

Não, eu nunca quis nenhum "príncipe encantado", porque sei que esse cara não existe. E, ainda que existisse, seria "chatinho" e "certinho" demais pra mim.

 

Não sou nenhuma menina boba, sonhadora e pão-com-ovo. Sou uma mulher de 34 anos, bonita, inteligente, independente, boa de cama, divertida e mais um monte de coisas boas - obviamente essa é só a lista das qualidades, porque quando eu quero ser chata e cínica e irônica, não tem pra mais ninguém. Hihihi... 

 

E é por tudo isso que tenho muita, muita certeza do que quero. 

Quero poder demonstrar carinho e afetividade sem reservas e dúvidas. Quero retorno. Quero ficar juntinho e curtir, a dois, no meio dos amigos, na multidão, na chuva, debaixo d'água e à distância.

Quero frequência. Quero parceria, amizade, carinho, cuidado e respeito mútuo. Quero romance.

 

E, se eu não encontrar nada disso, também tá tudo certo, eu vou ser feliz do mesmo jeito. Eu só nao quero olhar pra trás, daqui a 30 anos, e constatar que eu desiti de tentar. Que eu passei a minha vida me contentando em ser "mais uma" para um monte de "mais uns".

 

 

(**Com a colaboração da Dê, desse blog aqui**)



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 14h36
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Ele caiu do céu. E eu também!

 

 

A melhor massagem, a conchinha mais encaixada, e muitas outras coisas muito boas! Era exatamente o que eu estava precisando naquele momento. Mas o momento passou. Alguma coisa se perdeu e aquele cara e aquela noite, na praia, foram ficando cada vez mais distantes.

 

Eu não pedi muito, mas nem esse "pouco" ele podia me dar...

E finalmente entendi que o "romance" só aconteceu aqui, dentro de mim. E que gostar sozinha não tem graça nenhuma...



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 11h57
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A poesia e a prosa

 

 

que delícia........... pensei em vc declamando estes versos ........ nua..................
viajei.......... adorei................. e fiquei bastante a fim de ficar com você ................

 

...

 

Pra quem estava tão acostumada com convites para o sexo, bem direto ao ponto, que na essência nunca fogem muito do “-na minha casa ou na sua?”, há de se comemorar o upgrade...

 

Não precisa ser para sempre, só o tempo necessário pra deixar bem claro na minha memória o que eu realmente busco e preciso. Nem que para isso eu tenha que virar abstêmia nas entressafras.

 

Sexo pelo sexo já fiz bastante nessa vida. Nada que eu me arrependa, até porque alguns foram simplesmente fantásticos. 

Eu quis. Porque g-o-s-t-o da coisa. Sexo instintivo. Animal. Safado. Selvagem. Recheado de palavras de baixo calão. Puxões de cabelo. Arranhões. Muitos, muitos tapas na bunda. Ou qualquer outra prática que a imaginação permitir. Claro, desde que não envolva coprofagia e uma outra coisinha que eu não faço, porque o meu é mão única. Sem moralismo, mas porque não consigo mesmo. E também nunca fiz muita questão de conseguir.

 

Mas o sexo que transcende, além de todas as práticas acima, envolve também ternura. Carinho. Acaba em abraço. Beijos. Conchinhas. Sem constrangimento. Por vontade, não política. 

 

Também há tempos desaprendi a lidar com o vazio do pós-sexo-pelo-sexo. Com os olhares secos e desprovidos de sentimento. Com a angústia do dia seguinte, quando a ficha cai e você se pergunta:

 

-Que caralho eu tô fazendo aqui?!



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 14h07
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Pastelinha marciana

 

 

Muito curioso esse boletim que acabo de receber do Ego Astral.

 

 

"Marte na casa 3

 

Nos próximos dias que vão de 10/10 (hoje) às 17h46 até 19/11 às 6h08, o planeta Marte estará transitando pela sua terceira casa astrológica, Cinthia. Este é um momento de ir direto ao ponto nas conversas, fazendo valer suas opiniões de uma forma consistente e objetiva. Obviamente, isso pode chocar as pessoas um pouco - ou até muito -, mas esta qualidade franca pode ser muito positiva, se você souber dosá-la e emití-la nos momentos adequados.

O lado menos interessante deste trânsito de Marte, Cinthia, envolve uma tendência a se envolver demais em discussões, comprando brigas e gastando energias em debates estéreis. Tome cuidado para não falar sem pensar, ou defender pontos de vista com veemência demais. Esse tipo de comportamento tende a gerar defensividade nos outros, que se colocarão contra nós mesmo se perceberem que estamos corretos.”

 

 

Desculpe, caro Sr. Ego, mas acho que o senhor está um pouquinho atrasado. Este trânsito começou às exatas 08 horas e 40 minutos do dia 20 de julho de 1974. E já faz pelo menos uns 10 anos que venho tentando dosar a tal franqueza e emiti-la nos momentos adequados, mas ainda não consegui chegar nem perto do grau de sucesso desejado... Hihihi...



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 19h19
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Os tiozinhos mostram as suas armas

 

 

Então agora eu preciso contar que o felizardo que me deixou assim pastelinha é um tiozinho 38 anos - pra mim é tiozinho, já que 99% do meu histórico é com caras mais novos do eu... É bonito na medida. Nem demais, nem de menos. E de tiozinho não tem nada. Well... Tá começando a ter umas falhas no cabelo. Mas eu acho charmoso. Ele diz que é barrigudo, mas eu o acho uma delícia. É inteligente pacas. Do jeito que eu gosto. Sabe conversar sobre qualquer coisa. Porque não precisa conhecer tudo, basta saber conversar sobre o que não conhece também. Beijo bommmmm. Tem outras coisas boas que ele faz também, mas não vou contar aqui. Ele curte esses lances de auto-conhecimento, exatamente a vibe em que estou agora. Mas fala coisa-com-coisa, não é daqueles intelectualóides chatos.

 

O que mais? A profundidade com que ele me olha, a paixão com que se entrega pra vida. A calma com que conduziu a noite em que nos conhecemos, demonstrando que tudo já estava valendo a pena, mesmo se não rolasse sexo. O cuidado comigo na volta pra casa. A leveza com que toca cada centímetro do meu corpo, a vontade de me fazer carinho e me beijar. A falta de pressa com que me deixa. O olhar de quem quer ficar.

 

E não importa se um dia ele não voltar. Basta que não me faça sentir isso a cada vez que vai embora...



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 01h19
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E ponto

 

 

Acho que eu entendi a minha resistência. Eu nao quero lindas vitórias de “jogo de xadrez” na minha vida, eu quero lindas histórias. Eu não estou em uma busca desenfreada pra não ficar sozinha - eu A-D-O-R-O morar sozinha!!! Não procuro “companhia pra viajar” - viajar sozinha é tudo!!! E nem de grude eu gosto - ficar junto é uma delícia, mas não o tempo todo. 

 

Enfim... Na história que eu quero, não cabe ‘jogo’: ou é ou não é.

Eu não quero ensinar ninguém a gostar de mim.

 

EU QUERO QUE GOSTE E PONTO



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 00h24
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Blog Legal! (Hihihi...)

 

 

 

 

Olha, doidinho(a) do Uol, eu queria agradecer por ter vindo aqui, lido o meu blog, e o tê-lo classificado como um “Blog Legal”.

 

Desde que colocado naquela listinha, o meu blog  tem uma média diária de 100 acessos!!!

 

Eu não sei se vocês entendem o que escrevo aqui, porque eu não sou uma pessoa lá muito fácil, devo dizer.

 

Mas também não sei se quero ser entendida, senão eu perco a graça e viro pão-com-ovo.

 

De qualquer forma, seja bem-vindo! Enjoy!!!



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 21h41
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Sonho de consumo (Parte I)

 

 

Uma junkie box e uma fonte de chocolate no meio da sala.

(O Zé Bob eu nem quero mais...)



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 11h03
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Contramão

 

Vê se eu não sou uma criaturinha meio esquisita mesmo: todo mundo comendo pizza com chocolate e eu com menos fome do que antes!



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 00h51
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Abaixo a punhetação!

 

Acreditar e se entregar à VIDA é ter a certeza de que "dar certo” é só uma questão de nomenclatura.

E perspectiva.



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 23h39
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Lân.gui.do

 

Do latim languidu.

 

Adjetivo, masculino (plural: lânguidos; feminino: lânguida; feminino plural: lânguidas)

 

1.      Debilitado, fraco

2.      Sem forças, sem energia

3.      Voluptuoso, sensual.

·  Seu corpo estonteante e lânguido que exala doces e sensuais aromas de Sofala... (Oaristos, Eugênio de Castro)

 

 

Lânguido lânguido lânguido lânguido lânguido.

 

É muito linda essa palavra, né?



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 23h08
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E agora, neguinha?

 

 

O que é que tu faz(es) com esse monte de fantasmas que te habitam???

 

Luzes, câmera, ação:

 

(não vou dizer!)



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 04h58
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Eu te devoro – Djavan

 

 

Teus sinais
Me confundem
Da cabeça aos pés
Mas por dentro
Eu te devoro
Teu olhar
Não me diz exato
Quem tu és
Mesmo assim
Eu te devoro...

Te devoraria
A qualquer preço
Porque te ignoro
Te conheço
Quando chove ou
quando faz frio
Noutro plano
Te devoraria
Tal Caetano
A Leonardo di Caprio...

É um milagre
Tudo que Deus criou
Pensando em você
Fez a Via-Láctea
Fez os dinossauros
Sem pensar em nada
Fez a minha vida
E te deu
Sem contar os dias
Que me faz morrer
Sem saber de ti
Jogado à solidão
Mas se quer saber
Se eu quero outra vida
Não! Não!

Eu quero mesmo é viver
Prá esperar, esperar
Devorar você...



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 13h16
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Não é preciso muito...

 

 

Sorriso autêntico;

Carinho inesperado;

Olhar terno;

Abraço apertado;

Voz gostosa;

Palavras despretensiosas;

Lua cheia;

Barulho do mar;

 

Beijos como prenúncio de abraços;

Abraços como prenúncio de beijos.

 

A noite perfeita.



Escrito por (+)baixinha (-)invocada! às 16h37
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